domingo, 5 de junho de 2011

USO CORRETO DA INFORMÁTICA EM EDUCAÇÃO SOB UM ENFOQUE INTERDISCIPLINAR: POR UMA APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVA


Margot Bühler

Segundo a Coordenadora Dilce Eclai Gil Vicente (2008), do Pólo Universitário Santo Antônio da Patrulha, a evolução tecnológica se encaminha de tal maneira que, dentro de algum tempo, não haverá mais espaço para o ensino estritamente presencial. As escolas tradicionais necessitarão adequar suas metodologias, de modo a incluir em seus currículos tarefas à distância. A velocidade dos avanços das diversas tecnologias exige do professor uma nova postura. Essa nova postura deve estar em consonância com os anseios e necessidades exigidas para a formação integral de nossos alunos, como seres atuantes, conscientes, críticos e transformadores da realidade em que vivem.
O advento da Internet trouxe consigo uma nova concepção de fontes de pesquisa e metodologias de ensino-aprendizagem, formando subsídios indispensáveis para o desenvolvimento da construção do conhecimento do indivíduo. O professor deve estar em permanente processo de formação, atualização e aperfeiçoamento de suas práticas, repensando-as e adaptando-as à realidade. O uso adequado das tecnologias permite ao educador desenvolver uma postura interdisciplinar. Torna o ensino mais significativo para o educando, ansioso por dominar este recurso, que lhe será muito útil no desenvolvimento de suas atividades, bem como na construção de seu saber.
Segundo Léa Fagundes, os professores são formados com um analfabetismo digital, pois quando utilizam o computador nas licenciaturas, usam para um uso burro, limitado, como digitar texto no Word, fazer planilhas no Excel e apresentações em Power Point. O computador tem que ser usado para se comunicar e interagir. “O professor fica em pânico com isso. Mas o que deixa ele mais atordoado é mudar a estrutura, a concepção. Ele não é mais quem ensina, ensinar não é transmitir, ele aprende junto com o aluno.
É possível formar professores com as características interdisciplinares, como pesquisadores, com alto grau de comprometimento para com a aprendizagem dos alunos, utilizando novos procedimentos de ensino como propõem Ivani Fazenda em suas pesquisas? Chegaremos à conscientização do professores como sujeitos de sua própria ação?
A resposta é sim, pois com os recursos em informática utilizados na construção do conhecimento dos alunos, o paradigma disciplinar dominante dará vez à interdisciplinaridade na práxis educativa. Assim, o ensino realizado sob o “espírito interdisciplinar”, citado por JAPIASSU(2006), que ainda afirma que “É imprescindível eliminar as fronteiras entre as problemáticas e os modos de expressão para que se instaure uma comunicação fecunda.” Desta forma, o professor, ao atualizar seus conhecimentos no domínio das novas tecnologias, poderá adotar um postura interdisciplinar, segundo a qual a significação dos aprenderes se dá pelo estabelecimento de relações entre as diferentes áreas, sobre o mesmo conteúdo.
A interdisciplinaridade também sugere ao professor uma análise de sua história de vida, de seu posicionamento frente ao novo ao inovador, como sugere JAPIASSU (2006) ao afirmar que
O espírito interdisciplinar ajuda a refazer essas cabeças bem-feitas (quer dizer, mal-feitas), pois cultiva o desejo do enriquecimento por enfoques novos e o gosto pela combinação das perspectivas. Ademais, alimenta a vontade de ultrapassar os caminhos batidos e os saberes adquiridos.
Há ainda a necessidade de conscientização dos educadores sobre essa realidade, para que busquem alternativas e promovam a própria formação para utilização adequada dos meios tecnológicos. Pois, mesmo que ele aprenda com o aluno, é imperativo que ele domine um mínimo necessário para poder orientar corretamente as crianças, direcionando mais esses recursos para o desenvolvimento do processo ensino-aprendizagem.
REFERÊNCIAS:
Belmonte, Roberto Villar. O que vocês querem aprender?. Disponível via: < http://www.sinpro-rs.org.br/extraclasse/jul06/educacao.asp>. Acesso em: 26 de out. 2008.
JAPIASSU, Hilton. O espírito intersdisciplinar. Disponível via: . Acesso em: 11 de mai. 2008.

A TRIDIMENSIONALIDADE NA ANÁLISE DA OBRA “MOENDA DE CANA, FIGURAS E BOIS”, DE ALFREDO VOLPI



Alfredo Volpi Moenda de Cana, Figuras e Bois, décs. 1940/1950 pintura s/ azulejo
margot Bühler
Alfredo Volpi, 1940/1950, em sua obra “Moenda de Cana, Figuras e Bois”, representa o volume através do uso da perspectiva, facilmente verificável ao se utilizar linhas diagonais, verticais e horizontais ao plano.
Nesta obra em particular é facilitada este tipo de observação, pois os próprios traços dos azulejos sobre os quais a obra foi realizada favorecem a análise desse elemento. Basta traçar linhas diagonais entre o trabalhador que está abaixado (uma linha partindo dos pés, outra da cintura) e o que está junto à moenda ou ao que está sobre o carro de bois, para perceber a preocupação do artista em dar uma idéia de profundidade ao seu trabalho.
As cores escuras, simbolizando as sombras, utilizadas no alto das colunas que sustentam o telhado da moenda também são elementos que revelam a preocupação do artista com a idéia de profundidade.
A casa, à esquerda da obra, acima do carro de bois é representada com tamanho pequeno em relação aos demais elementos, revelando um segundo plano. As cores claras da casa e do céu ao fundo, indicam seu posicionamento distante em local mais iluminado em relação ao primeiro plano.
Desta forma, Volpi, utiliza diferentes graduações de tons e relaciona os objetos proporcionalmente a sua posição na obra. Dessa forma, o volume configura-se em mais de um plano, oferecendo tridimensionalidade à pintura.
Santo Antônio da Patrulha, 05 de julho 2009.

REFERÊNCIAS:

VOLPI, Alfredo. Moenda de Cana, Figuras e Bois, décs. 1940/1950 pintura s/ azulejo, 90 x 106 cm Coleção Acervo Artístico Cultural dos Palácios do Governo do Estado de São Paulo.  [On line] Disponível na Internet via WWW.URL: http://www.macvirtual.usp.br/mac/templates/exposicoes/exposicao_operario_paulista/exposicao_operario_paulista_obra_volpi5.asp. Acessado em 05 de julho de 2009.





RELATO


Margot Bühler
O ensino de Artes, através de softwares desenvolvidos para esse fim específico, é uma nova forma de se ter acesso a informações e de produzir conhecimento. Permite ao aluno desenvolver seus conhecimentos com mais interesse e envolvimento, pois coloca-o frente a frente tanto com a História da Arte quanto com as mais diversas formas de expressões artísticas e artistas vários de todos os lugares do mundo.
A informática é um meio que motiva o aluno a conhecer e estudar arte e contribui para a melhoria da qualidade do aprendizado, pois permite acessar, através da Internet, sites com imagens e textos que muitas vezes só são disponíveis em obras caras e indisponíveis na maioria das escolas.
Desta forma, o desenvolvimento de softwares para o ensino de Artes vem a ser um subsídio muito importante, pois permite o acesso do aluno a museus, obras diversas, manifestações artísticas, vídeos e demais produções que desenvolvem o senso artístico. Proporciona, ainda, a possibilidade de criações artísticas, com o uso de ferramentas próprias desta tecnologia e a interação com comunidades, escolas e outros órgãos ligados às artes.
Também é possível divulgar, através de blogs as realizações artísticas que se produz.
Os softwares educativos constituem mais uma variedade de recursos disponíveis para desenvolvimento da educação no ensino de Artes. Moraes (1998) em suas reflexões, afirma que um ambientes virtual de aprendizagem
Pressupõe um ambiente enriquecido de códigos simbólicos, de representações por imagens, sons e movimentos, disponíveis para que os alunos possam interagir com eles, formular e testar hipóteses, estabelecer relações, produzir simulações rápidas e fáceis, construir conhecimentos que tenham correspondências com a sua forma de pensar e compreender os fenômenos e os fatos da vida. Nesses ambientes, poderemos partir de problemas, atividades e projetos contextualizados e individuais, vivenciar interações sociais mais ricas e que também se constituem em novas fontes de informações.
Existe ainda, a necessidade de se formar professores que estejam capacitados a orientar os alunos a utilizarem essa poderosa ferramenta, colocando-a a serviço da aprendizagem. Assim, com professores que dominem os princípios da informática, conhecendo diferentes softwares desenvolvidos para o ensino, o processo ensino-aprendizagem tenderá a acompanhar a evolução tecnológica.  Desta forma, ser formarão indivíduos mais capacitados para atuar na sociedade e em condições de utilizar os diversos meios de informação e comunicação também no desenvolvimento das Artes.


REFERÊNCIAS:
Gonzaga, Maria de Fátima Lopes. A INFORMÁTICA COMO SUPORTE NO ENSINO DA ARTE. [On line] Disponível na Internet via WWW.URL: http://64.233.169.104/search?q=cache:j19UyN9vqxEJ:teses.eps.ufsc.br/defesa/pdf/2387.pdf+SOFTWARE+ENSINO+DE+ARTES&hl=pt-BR&ct=clnk&cd=7&gl=br. Acessado em 13 de novembro de 2008.

SANTOS, Meire da Piedade Torres. POÉTICAS DO COTIDIANO:

Matrizes do olhar dos alunos/monitores do Curso de Artes Visuais nas ações do Projeto Cinesmac Infanto-Juvenil. [On line] Disponível  na Internet via WWW.URL: http://www.artenaescola.ufma.br/seminario/s1ac5.htm. Acessado em 13 de novembro de 2008.


SantAnna, Antonio Vargas e Casthalia Digital Art Studio Ltda../../Margot/Configurações locais/Temp/Rar$DI02.000/Software e web-sites educativos de História da Arte – relato de pesquisa.htm - 1#1. Software e web-sites educativos de História da Arte – relato de pesquisa. [On line] Disponível na Internet via WWW.URL: http://www.artenaescola.ufma.br/seminario/s1ac5.htm. Acessado em 13 de novembro de 2008.







quarta-feira, 26 de agosto de 2009

domingo, 12 de julho de 2009

Portfólio



Os portfólios são instrumentos que auxiliam alunos e professores nas suas construções de conhecimento no desenvolvimento de seus estudos e pesquisas, pois permitem a organização de análises, concepções, reflexões e trabalhos, realizados durante sua trajetória em Educação.


Os portfólios (dossiês de aprendizagem para alguns autores) representam uma maneira de se refletir sobre a aprendizagem. Não é um "lugar" para se colocar tudo o que se fez durante o processo de aprendizagem como se fosse um repositório, e sim serve para organizar o que se aprendeu e dar conta de como se aprendeu. (SALLES, 2006).


As inovações dos processos de ensino-aprendizagem são recursos valiosos para produzir melhorias na qualidade da educação. Uma dessas inovações são os portfólios, nos quais os alunos têm a oportunidade de refletir sobre os processos de construção de seus conhecimentos ao longo de sua vida estudantil ou acadêmica. Esse recurso também serve de subsídio aos professores, na avaliação da aprendizagem dos discentes. Neste contexto, FREIRE (1996, apud PAIVA; PEREIRA DE SÁ; NOVAES, 1999) afirma que “[...] uma prática da avaliação em que se estimule o falar a como caminho do falar com”. Ou seja, a construção do Portfólio acaba construindo uma espécie de diálogo entre o educando e educador. Pois, através dele, o estudante expõe sua trajetória de estudos e construções e o professor acompanha essa criação através da orientação de elaboração do Portfólio.
Para Murphy (1997, p. 73, apud VILLAS BOAS, 2009) os portfólios “oferecem uma das poucas oportunidades escolares em que os alunos podem exercer seu julgamento, iniciativa e autoridade”. Assim, o envolvimento do aprendiz será mais intenso, pois necessitará realizar estudos e pesquisas, já que precisará explicitar suas reflexões e análises nesta criação. Desta forma, confirma-se o que diz


Fazer Portfólio é estar ciente de ser responsável pela construção de próprio conhecimento e nessa dinâmica, aprender que esse processo será ferramenta de trabalho do futuro profissional: um profissional autor de sua caminhada, capaz de construir as estratégias necessárias a cada momento ou situação, criativo para buscar novas linhas de ação. (GUSMAN et tal, 2002, p. 4).


A forma segundo a qual o educador desenvolve os estudos para formar seu conhecimento é essencial para a sua futura prática, pois para isso irá se espelhar nos exemplos que teve de seus professores, nas metodologias e técnicas que experimentou e na prática de seus professores. VILLAS BOAS, 2005, afirma que “Em cursos de formação de professores isso se torna fundamental porque a tendência é eles trabalharem com seus alunos da forma como foram tratados por seus professores”. A partir daí, entende-se a importância de explorar os diversos recursos disponíveis para desenvolver o ensino-aprendizagem, pois cada indivíduo possui uma forma peculiar de formar seu conhecimento e a diversidade de opções contribui para que isto se proceda de forma mais eficaz.



REFERÊNCIAS:

FONSECA, André Azevedo da. O uso do diário virtual (blog) como portfólio digital: uma proposta de avaliação. [On line] Disponível na Internet via
WWW.URL: http://74.6.239.67/search/cache?ei=UTF-8&p=O+USO+DO+PORTFOLIO%2C+A+REFLEX%C3%83O+E+A+AVALIA%C3%87%C3%83O%2A&type=03710&fr=yq-read&u=www.intercom.org.br/papers/nacionais/2006/resumos/R0736-1.pdf&w=o+uso+portfolio+reflexao+e+avaliacao&d=fuTp7hlMS_2o&icp=1&.intl=br. Acessado em 30 de junho de 2009.
PAIVA, Ana Maria Severiano de; PEREIRA DE SÁ, Ilydio; NOVAES, José Antônio. O USO DO PORTFÓLIO NA AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM EM MATEMÁTICA. [On line] Disponível na Internet via
WWW.URL: http://74.125.95.132/search?q=cache:roBCX4bffgwJ:www.sbemrj.com.br/spemrj6/artigos/a5.pdf+%22O+USO+DE+PORTF%C3%93LIO,+A+REFLEX%C3%83O+E+A+AVALIA%C3%87%C3%83O%22&cd=2&hl=pt-BR&ct=clnk&gl=br. Acessado em 30 de junho de 2009.
SALLES, Miriam. O Portfólio como experiência inovadora na educação: Minhas anotações da palestra de Fernando Hernandez (em 30/10/2006). [On line] Disponível na Internet via
WWW.URL: http://seabrasalles.googlepages.com/palestrafernandohernandez. Acessado em 30 de junho de 2009.
VILLAS BOAS, Benigna Maria de Freitas. O PORTFÓLIO NO CURSO DE PEDAGOGIA: AMPLIANDO O DIÁLOGO ENTRE PROFESSOR E ALUNO. Educ. Soc. vol.26 no.90 Campinas Jan./Apr. 2005. [On line] Disponível na Internet via
WWW.URL: http://www.scielo.br/pdf/es/v26n90/a13v2690.pdf. Acessado em 30 de junho de 2009.
GUSMAN, Antonio Barioni; REZENDE, Eliane Mendonça Marquez de; LOYOLA, Maria Emilia Silva; ABREU, Nelson de. PORTFÓLIO: conceito e construção. [On line] Disponível na Internet via
WWW.URL: http://www.uniube.br/biblioteca/arquivos/portfolio_biblioteca_uniube.pdf. Acessado em 1º de julho de 2009.

Ser professor no contexto atual




Assistir o vídeo da professora Maria Helena Wagner Rossi, leva a entender que ser professor no contexto atual exige conhecer seus alunos e alunas e o meio em que estão inseridos. É preciso também, conhecer os conteúdos que serão ensinados, traduzindo-os para uma linguagem que seja entendida pelos alunos, pois eles vivem em outro momento com perspectivas próprias e diversas umas das outras. Além disso, é necessário desenvolver a capacidade do aluno de ser o autor da construção de seu próprio conhecimento.


O professor atual deve ainda ser um perseguidor do conhecimento, ou seja, deve estar em permanente formação para entender os processos de aprendizagem de seus alunos e dominar os conhecimentos que estes devem aprender.


Para tanto o professor deve ser, acima de tudo um pesquisador. Somente através da análise crítica dos fatos que se afiguram em sua prática diária, comparando-as com idéias e teorias cientiíficas, que irão confirmar ou não suas próprias idéias e forma de pensar e agir, é que o professor poderá desenvolver um trabalho eficiente.


Neste contexto, a pesquisa é um subsídio valioso para formar idéias e opiniões fundamentadas que irão auxiliar na construção do conhecimento pelos alunos, pois, como afirma Tânia Marques, “é a pesquisa que permite ao professor ajudar a construir um adulto capaz de conquistar por si só a beleza e a verdade do seu tempo."


Ser professor no contexto atual exige uma nova postura, a postura de eterno aprendiz, pois somente quem continua aprendendo é capaz de entender os mecanismos de aprendizagem e construção do conhecimento. E assim, será capaz de pensar no aluno a partir do aluno, ou seja, da condição de aprendiz do indivíduo que espera dele informações e orientações significativas para a sua vida no momento em que ela está acontecendo.


domingo, 5 de julho de 2009

A tridimensionalidade na análise da obra “Moenda de Cana, Figuras e Bois”, de Alfredo Volpi

Alfredo Volpi Moenda de Cana, Figuras e Bois, décs. 1940/1950 pintura s/ azulejo
Margot Bühler

Alfredo Volpi, 1940/1950, em sua obra “Moenda de Cana, Figuras e Bois”, representa o volume através do uso da perspectiva, facilmente verificável ao se utilizar linhas diagonais, verticais e horizontais ao plano.
Nesta obra em particular é facilitada este tipo de observação, pois os próprios traços dos azulejos sobre os quais a obra foi realizada favorecem a análise desse elemento. Basta traçar linhas diagonais entre o trabalhador que está abaixado (uma linha partindo dos pés, outra da cintura) e o que está junto à moenda ou ao que está sobre o carro de bois, para perceber a preocupação do artista em dar uma idéia de profundidade ao seu trabalho.
As cores escuras, simbolizando as sombras, utilizadas no alto das colunas que sustentam o telhado da moenda também são elementos que revelam a preocupação do artista com a idéia de profundidade.
A casa, à esquerda da obra, acima do carro de bois é representada com tamanho pequeno em relação aos demais elementos, revelando um segundo plano. As cores claras da casa e do céu ao fundo, indicam seu posicionamento distante em local mais iluminado em relação ao primeiro plano.
Desta forma, Volpi, utiliza diferentes graduações de tons e relaciona os objetos proporcionalmente a sua posição na obra. Dessa forma, o volume configura-se em mais de um plano, oferecendo tridimensionalidade à pintura.

Santo Antônio da Patrulha, 05 de julho 2009.


REFERÊNCIAS:

VOLPI, Alfredo. Moenda de Cana, Figuras e Bois, décs. 1940/1950 pintura s/ azulejo, 90 x 106 cm Coleção Acervo Artístico Cultural dos Palácios do Governo do Estado de São Paulo. [On line] Disponível na Internet via http://www.url/: http://www.macvirtual.usp.br/mac/templates/exposicoes/exposicao_operario_paulista/exposicao_operario_paulista_obra_volpi5.asp. Acessado em 05 de julho de 2009.