quarta-feira, 26 de agosto de 2009

domingo, 12 de julho de 2009

Portfólio



Margot Bühler

        Os portfólios são instrumentos que auxiliam alunos e professores nas suas construções de conhecimento no desenvolvimento de seus estudos e pesquisas, pois permitem a organização de análises, concepções, reflexões e trabalhos, realizados durante sua trajetória em Educação.


Os portfólios (dossiês de aprendizagem para alguns autores) representam uma maneira de se refletir sobre a aprendizagem. Não é um "lugar" para se colocar tudo o que se fez durante o processo de aprendizagem como se fosse um repositório, e sim serve para organizar o que se aprendeu e dar conta de como se aprendeu. (SALLES, 2006).

        As inovações dos processos de ensino-aprendizagem são recursos valiosos para produzir melhorias na qualidade da educação. Uma dessas inovações são os portfólios, nos quais os alunos têm a oportunidade de refletir sobre os processos de construção de seus conhecimentos ao longo de sua vida estudantil ou acadêmica. Esse recurso também serve de subsídio aos professores, na avaliação da aprendizagem dos discentes. Neste contexto, FREIRE (1996, apud PAIVA; PEREIRA DE SÁ; NOVAES, 1999) afirma que “[...] uma prática da avaliação em que se estimule o falar a como caminho do falar com”. Ou seja, a construção do Portfólio acaba construindo uma espécie de diálogo entre o educando e educador. Pois, através dele, o estudante expõe sua trajetória de estudos e construções e o professor acompanha essa criação através da orientação de elaboração do Portfólio.
          Para Murphy (1997, p. 73, apud VILLAS BOAS, 2009) os portfólios “oferecem uma das poucas oportunidades escolares em que os alunos podem exercer seu julgamento, iniciativa e autoridade”. Assim, o envolvimento do aprendiz será mais intenso, pois necessitará realizar estudos e pesquisas, já que precisará explicitar suas reflexões e análises nesta criação. Desta forma, confirma-se o que diz

Fazer Portfólio é estar ciente de ser responsável pela construção de próprio conhecimento e nessa dinâmica, aprender que esse processo será ferramenta de trabalho do futuro profissional: um profissional autor de sua caminhada, capaz de construir as estratégias necessárias a cada momento ou situação, criativo para buscar novas linhas de ação. (GUSMAN et tal, 2002, p. 4).

        A forma segundo a qual o educador desenvolve os estudos para formar seu conhecimento é essencial para a sua futura prática, pois para isso irá se espelhar nos exemplos que teve de seus professores, nas metodologias e técnicas que experimentou e na prática de seus professores. VILLAS BOAS, 2005, afirma que “Em cursos de formação de professores isso se torna fundamental porque a tendência é eles trabalharem com seus alunos da forma como foram tratados por seus professores”. A partir daí, entende-se a importância de explorar os diversos recursos disponíveis para desenvolver o ensino-aprendizagem, pois cada indivíduo possui uma forma peculiar de formar seu conhecimento e a diversidade de opções contribui para que isto se proceda de forma mais eficaz.



REFERÊNCIAS:

FONSECA, André Azevedo da. O uso do diário virtual (blog) como portfólio digital: uma proposta de avaliação. [On line] Disponível na Internet via
WWW.URL: http://74.6.239.67/search/cache?ei=UTF-8&p=O+USO+DO+PORTFOLIO%2C+A+REFLEX%C3%83O+E+A+AVALIA%C3%87%C3%83O%2A&type=03710&fr=yq-read&u=www.intercom.org.br/papers/nacionais/2006/resumos/R0736-1.pdf&w=o+uso+portfolio+reflexao+e+avaliacao&d=fuTp7hlMS_2o&icp=1&.intl=br. Acessado em 30 de junho de 2009.
PAIVA, Ana Maria Severiano de; PEREIRA DE SÁ, Ilydio; NOVAES, José Antônio. O USO DO PORTFÓLIO NA AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM EM MATEMÁTICA. [On line] Disponível na Internet via
WWW.URL: http://74.125.95.132/search?q=cache:roBCX4bffgwJ:www.sbemrj.com.br/spemrj6/artigos/a5.pdf+%22O+USO+DE+PORTF%C3%93LIO,+A+REFLEX%C3%83O+E+A+AVALIA%C3%87%C3%83O%22&cd=2&hl=pt-BR&ct=clnk&gl=br. Acessado em 30 de junho de 2009.
SALLES, Miriam. O Portfólio como experiência inovadora na educação: Minhas anotações da palestra de Fernando Hernandez (em 30/10/2006). [On line] Disponível na Internet via
WWW.URL: http://seabrasalles.googlepages.com/palestrafernandohernandez. Acessado em 30 de junho de 2009.
VILLAS BOAS, Benigna Maria de Freitas. O PORTFÓLIO NO CURSO DE PEDAGOGIA: AMPLIANDO O DIÁLOGO ENTRE PROFESSOR E ALUNO. Educ. Soc. vol.26 no.90 Campinas Jan./Apr. 2005. [On line] Disponível na Internet via
WWW.URL: http://www.scielo.br/pdf/es/v26n90/a13v2690.pdf. Acessado em 30 de junho de 2009.
GUSMAN, Antonio Barioni; REZENDE, Eliane Mendonça Marquez de; LOYOLA, Maria Emilia Silva; ABREU, Nelson de. PORTFÓLIO: conceito e construção. [On line] Disponível na Internet via
WWW.URL: http://www.uniube.br/biblioteca/arquivos/portfolio_biblioteca_uniube.pdf. Acessado em 1º de julho de 2009.

Ser professor no contexto atual




Margot Bühler

        Assistir o vídeo da professora Maria Helena Wagner Rossi, leva a entender que ser professor no contexto atual exige conhecer seus alunos e alunas e o meio em que estão inseridos. É preciso também, conhecer os conteúdos que serão ensinados, traduzindo-os para uma linguagem que seja entendida pelos alunos, pois eles vivem em outro momento com perspectivas próprias e diversas umas das outras. Além disso, é necessário desenvolver a capacidade do aluno de ser o autor da construção de seu próprio conhecimento.

        O professor atual deve ainda ser um perseguidor do conhecimento, ou seja, deve estar em permanente formação para entender os processos de aprendizagem de seus alunos e dominar os conhecimentos que estes devem aprender.



       Para tanto o professor deve ser, acima de tudo um pesquisador. Somente através da análise crítica dos fatos que se afiguram em sua prática diária, comparando-as com ideias e teorias cientiíficas, que irão confirmar ou não suas próprias ideias e forma de pensar e agir, é que o professor poderá desenvolver um trabalho eficiente.


      Neste contexto, a pesquisa é um subsídio valioso para formar ideias e opiniões fundamentadas que irão auxiliar na construção do conhecimento pelos alunos, pois, como afirma Tânia Marques, “é a pesquisa que permite ao professor ajudar a construir um adulto capaz de conquistar por si só a beleza e a verdade do seu tempo."


        Ser professor no contexto atual exige uma nova postura, a postura de eterno aprendiz, pois somente quem continua aprendendo é capaz de entender os mecanismos de aprendizagem e construção do conhecimento. E assim, será capaz de pensar no aluno a partir do aluno, ou seja, da condição de aprendiz do indivíduo que espera dele informações e orientações significativas para a sua vida no momento em que ela está acontecendo.



quarta-feira, 24 de junho de 2009

ARTES E TECNOLOGIA

Margot Bühler     

       O mundo está em constante evolução e é repleto de novidades e desafios. Para acompanhar é preciso estar em constante aprendizado, assim é possível ao professor passar aos seus alunos a vontade e necessidade de ampliar os conhecimentos.

       Estagnação e marasmo são adjetivos que definem o estado de espírito de pessoas acomodadas com o saber que possuem e não buscam evoluir. A evolução da sociedade depende da evolução de cada indivíduo e está diretamente ligada ao conhecimento.

       A qualidade de vida das pessoas está ligada ao seu grau de conhecimento dos cidadãos e do desenvolvimento de suas capacidades mentais. Estas evoluem na proporção exata de sua busca pela superação das próprias limitações, impostas pelo não saber.
      É necessário enfrentar os desafios que surgem, dessa forma se terá seres humanos mais completos e preparados para viver mais intensamente. Associar arte e mídias de comunicação e informação é uma forma de unir o belo à tecnologia.
     A arte também é uma forma de comunicação, além de embelezar a vida, expressar situações,retratar cotidianos etc. Transformar ambientes utilizando a arte é uma forma de embelezar os espaços, tornando-os mais agradáveis.
    Cursar Artes Visuais em uma universidade como a UFRGS, é uma oportunidade ímpar. Os desafios lançados pelo curso de Licenciatura em Artes Visuais, pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS incluem a criação deste blog. Através dele pretende-se acompanhar o conhecimento formado durante os estudos, em especial na disciplina Seminário Integrador 1. Pois como afirma, IAVELBERG, (2006),

A vida cultural pode (e deve) transitar pela escola. A visita a feiras e ateliês, mostras da cidade, apresentações de dança, teatro e música tem o objetivo de estabelecer a comunicação permanente entre o que se estuda e a cultura em produção, além dos estudos referentes à História da Arte. Um aluno preparado para o futuro é aquele que acompanha seu tempo, ancorado em uma sólida formação. Nesse aspecto, a arte é, sem dúvida, uma base imprescindível por incluir as formas simbólicas que dizem respeito à humanização de todos os tempos e lugares.
      Assim, percebe-se a importância do ensino de Artes na escola e ao longo da formação do indivíduo, pois as diferentes expressões artísticas dão ao mundo um aspecto mais humano, que faz as pessoas se sentirem melhores e maravilharem-se com a criatividade infinita de seus semelhantes e para o artista, ver sua obra ser contemplada é o prêmio pelo seu esforço e dedicação na construção de sua obra.

REFERÊNCIAS:

Iavelberg, Rosa. O ensino de arte. [On line] Disponível na Internet via WWW. URL: http://www.projetopresente.com.br/revista/rev6_ensino_arte.pdf. Acessado em 21 de junho de 2009.

domingo, 21 de junho de 2009

SIZI BAUER, UMA ARTISTA PATRULHENSE





Margot Bühler[1]
 Ângela Torma Pietro[2]
 

       Sizi Bauer Gomes de Souza, filha de Acácio Maciel Gomes e Norma Ivone Bauer Gomes, nasceu na cidade de Taquara, em 09 de agosto de 1961. Viveu uma infância feliz na localidade de Passo do Sabiá.
      Desde criança, demonstrava interesse pelo desenho e pintura, contando com o incentivo da avó materna, Irma Bender Bauer, que visitava com freqüência e passava algumas temporadas das férias escolares. Ela guarnecia seu material de pintura e desenho estimulando suas produções.
       Conheceu José Portal de Souza, em um Chimarrão Dançante, com quem casou na Igreja Matriz, em 13 de outubro de 1983.
      A arte figurativa está presente em suas obras, reproduzindo em seus quadros a realidade cotidiana ou sua realidade interior de forma sensível e natural. A figura humana é tema presente em muitas de suas obras, as quais harmonizam um conjunto de luzes e cores, demonstrando o domínio de técnicas diversas que vão do pastel ao óleo. A artista descreve sua relação com a arte através das seguintes palavras:
        Eu me mostro através da arte, é nas minhas criações que eu tiro o melhor de mim, ou seja, utilizo a arte como meio de expressão de meus sentimentos e emoções. Cada trabalho representa um desafio, uma tentativa de superação. Para mim, a beleza está na simplicidade e eu encontro isso na natureza, nos índios e nas crianças. Procuro expressar isso em meu trabalho. As temáticas que mais abordo são: natureza (paisagens), casarios, figuras humanas, cenas cotidianas, algo que diz respeito às minhas vivências e tenho na infância minha principal motivação. As coisas simples me atraem, por isso as cores puras e vibrantes me tocam e expressam minhas emoções (BAUER, 2009).
        Sua arte é influenciada pelo impressionismo, sendo que além das criações originais, criou algumas releituras de artistas clássicos como Toulouse-Lautrec, durante os cursos de formação que realizou. Sobre suas preferências, Sizi revela que
Também a figura humana e suas diferentes expressões, me fascinam e gosto muito de representá-las. Os pintores impressionistas exerceram grande influência em meu trabalho, no que se refere às cores e luminosidade e temáticas. Gauguin, Van Gogh, Monet e Lautrec são minhas principais referências (BAUER, 2009).
       Estudou no Colégio Santa Teresinha, em Santo Antônio da Patrulha e, durante esse período, era procurada pelas colegas para realizar os trabalhos que exigiam criações artísticas, os quais realizava com muito prazer. Ao formar-se no curso de Magistério, foi convidada pelas irmãs, e trabalhou como professora do Jardim de Infância durante dois anos, período durante o qual realizou o curso de Jardineira, em Porto Alegre, com recursos próprios.
      Prestou vestibular, obtendo êxito, licenciou-se em Educação Artística – Habilitação em Artes Plásticas, pela Federação de Estabelecimento de Ensino Superior em Novo Hamburgo/Feevale. Voltou a lecionar no mesmo Colégio, para as séries finais do Ensino Fundamental, já no segundo semestre de seus estudos acadêmicos.
Em 1991, Sizi foi admitida no Quadro Geral do Magistério Público do Estado do Rio Grande do Sul, através de concurso, passando a exercer a função de Professora de Artes na Escola Estadual de Ensino Médio Patrulhense, onde ainda permanece desenvolvendo seu trabalho como docente.
        É grande incentivadora de seus alunos, motivando e orientando-os na participação de projetos e concursos diversos. A logomarca da atual edição do RAIZINHA é criação de um de seus alunos, além de outros dois que também tiveram seus trabalhos classificados. Possui poesias publicadas no livro Poesia na Praça - Antologia Poética Patrulhense, que reúne obras literárias de autores patrulhenses, tendo ilustrado capa de três edições do mesmo. Também são de sua autoria, as ilustrações da capa do livro “Crisálidas”, de autoria escritor Evandro Rost e “Uma Escola que Ensina a ser feliz” de autoria do professor Flávio Luis Silva de Oliveira.
         Sizi Bauer realizou cursos com artistas consagrados ligados às artes plásticas, dentre os quais se destacam o Curso de Batik e O Curso Pintura a Óleo e Pastel, na Galeria Carrasco, o Curso de Pátina e Outras Técnicas, com a artista plástica Luci Peixoto e o Curso de Processo de Estampagem e Suas Possibilidades Técnicas, ministrado pelo artista plástico Danúbio Gonçalves. Freqüentou o Atelier Livre da Prefeitura de Porto Alegre, entre 1991 e 1993.
        Participa do Grupo Arte e Cia. idealizado e criado pela artista e ceramista, Maria da Graça Ourique, em 2008. O grupo é composto pela sua criadora e os artistas Sizi Bauer, Dirce Missel, Iara Saltiel, Ivan de Paula, Valquiria A. de Oliveira, Marília Saltiel, Renata Guimarães e Maria da Graça Ourique, que através da pintura, da fotografia, dança e do artesanato representam a história e o cotidiano do nosso município.
       Há cerca de oito anos, Sizi forma, com a artista Lolita Diana Schunck Lorenzo, a Comissão de Decoração da FESTA NACIONAL DA CACHAÇA, SONHO, RAPADURA E ARROZ.
         Em 2003, criou a capa do Plano Decenal Educação para todos, retratando as riquezas do município.
        A artista participou de exposições coletivas na cidade de Capão da Canoa; na Casa de Cultura de Taquara; na Casa de Cultura Mário Quintana, em Porto Alegre; no Atelier Livre da Prefeitura de Porto Alegre; na Galeria Carrasco, em Novo Hamburgo; da Exposição 10 Anos de Moenda, coordenada pela Fundação Museu Antropológico Caldas Júnior; da Exposição “Diferentes Pontos de Vista” da Mostra: Arte & Cia. Patrulhense, com o tema “Arte e história reinventando formas de criar”, projeto que visa buscar um Novo Olhar sobre o cotidiano da cidade, na Fundação Museu Antropológico Caldas Júnior, em Santo Antônio da Patrulha.
      Algumas de suas obras são: Florista, Passeio, Cumplicidade, Ternura, “Yes, temos bananas!”, Tulipas, Canaviais, Maçãs, Celeiro, Araras, Indignação, Sossego, Curumins, Borboletas, Orquídeas, Jaguatirica, Matrimonio, Lembranças de Infância, Casario I, Casario II, Maternidade, Complementos, Casario I, Casario II, Solidão e Cavalhadas.
Atualmente, Sizi Bauer reside em Santo Antônio da Patrulha e entre seus planos para o futuro está dedicar-se exclusivamente  às artes quando encerrar suas atividades no Magistério Público Estadual.




[1] Autora do texto, professora das séries iniciais do ensino fundamental e acadêmica dos cursos de Licenciatura em Artes Visuais (Universidade Federal do Rio Grande do Sul – UFRGS) e Licenciatura em Pedagogia (Universidade Federal do Rio Grande – FURG).
[2] Revisora do texto, graduada em História pela Fundação Universidade Federal do Rio Grande/ FURG; Bacharel em Direito pela Fundação Universidade Federal do Rio Grande/FURG; Mestre em Educação Ambiental. Doutoranda pelo Programa de Pós-Graduação em Educação Ambiental - PPGEA/FURG. Membro do Centro de Estudos Psicológicos sobre Meninos e Meninas de Rua- CEP-RUA/ FURG. Coordenadora da Comissão Municipal de Enfrentamento a Violência e Exploração Sexual Infanto-juvenil, da cidade do Rio Grande.




sábado, 20 de junho de 2009

O LIVRO DA VIDA




"As páginas da vida são cheias de surpresas.
 

Há capítulos de alegria, mas também de tristeza.
 

Há mistérios e fantasias,
 

Sofrimentos e decepções.
 

Por isso não rasgues páginas
 

Nem saltes capítulos!
 

Não tenhas pressa em descobrir os mistérios do final.
 

E não esqueças do principal:
 

No livro da tua vida o autor és tu!"

(Autor desconhecido)

Imagem disponível via:. Acesso em: 20 jun. 2009.


domingo, 11 de junho de 2006

"Quem lê, é melhor. Tem mais conhecimento". (M.B.)


Quem lê se comunica melhor.

Quem lê escreve melhor.


Quem lê fala melhor.

Quem lê pensa melhor.

Quem lê escolhe melhor.

Quem lê ouve melhor.

Quem lê entende melhor.

Quem lê vê melhor.

Quem lê vive melhor.

Quem lê faz melhor.

Quem lê tem mais conhecimento.

Quem lê segue o caminho da sabedoria.

Enfim,

Quem lê É MELHOR!

(M.B., em 11/06/2005)

Imagem disponível em : . Acesso em: 11 jun. 2006.